CONFIANÇA ou FALTA dela?
Deixei uma resposta no YR a quem inquiria sobre que fazer em caso de um dos membros do casal ter qualquer problema sobre a vida sexual em comum.
Quando era membro de uma Igreja Evangélica ajudei a promover um curso sobre sexualidade, talvez pela conversa que ouvi e jamais esqueci. O tempo entre a conversa e a promoção do curso foi escasso, lembrei-me agora que teria sido esse o motivo, talvez, da sua realização, apesar de isso ser irrelevante, para a resposta dada e que deixo aqui.
Quando tinha 15 anos ouvi uma conversa entre uma senhora (a quem o marido maltratava, mas mesmo assim viviam juntos) e uma jovem que ia casar e que a questionava acerca do sexo entre o casal, lembro ainda depois destes anos todos: "nunca permita que ele faça sexo "por trás" ISSO estraga a mulher"; acresce dizer que naquela altura pouco se sabia sobre sexualidade; anos mais tarde, teria os meus 24/25 anos uma colega que me inquiriu acerca do que a mulher deve ou não permitir, a minha resposta FOI DIFERENTE DA QUE OUVIRA na adolescência:"..entre um casal deve existir confiança e se ainda existir amor entre os DOIS saberão instintivamente o que fazer, disse ainda o mais importante: não dizer a terceiros o que na "conversa" a dois se tem.
Ilusão da juventude?
Não, ainda hoje penso assim.
Sei que há muita conveniência em estar a dois, mas é preferível estar SÓ que não ter confiança em quem partilha o nosso espaço-tempo; é preferível TER o necessário à subsistência, mas SER.
Atente na diferença entre estes verbos TER/SER.
Nota: veja a dois o filme "A GUERRA DO FOGO".
(Este o motivo por estar este resumo neste espaço).
No AMOR não existe ciúme...
http://www.youtube.com/watch?v=EEhF-7suDsM
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" O CIÚME DO ALCOÓLATRA " ( artigo de May 12, 2008 )
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